A Associação dos Municípios
Alagoanos – AMA – reuniu prefeitos, secretário de Saúde Alexandre Ayres,
Cosems, presidência do CONISUL e secretários de saúde, e voltou a discutir
ações permanentes da vacinação da Covid-19. Para manter essa atualização foi
criado um grupo para aproximar o diálogo entre prefeitos e Estado e acelerar o
processo de imunização e possíveis entraves.
Na webreunião realizada na segunda-feira, dia 15, a AMA reforçou os ajustes necessários no sistema do Programa Nacional de Vacinação (PNI), para que cada município apresente o andamento da imunização. Dentro do cronograma, a ideia é acelerar a disponibilidade de doses para população. A compra consorciada da vacina foi ponto de discussão da reunião.
O presidente Marcelo Beltrão, afirmou que o Consórcio poderá ser um instrumento na compra de vacinas, caso o governo federal faça essa liberação sem infringir as leis 14.124 e 14125/ 2021 que são claras na orientação do PNI. “O que os municípios vão fazer agora é preencher a manifestação de interesse que está no nosso site. Ressaltamos que para a compra ser efetivada, será necessário atender a demanda mínima de 500 mil doses da vacina,” concluiu Beltrão. O superintendente, Marcius Beltrão, ressaltou que a iniciativa da compra poderá representar uma evolução para a retomada da vida normal da população e da economia.
“É muito importante lembrar a alimentação das informações. Temos diagnosticado que a vacinação está avançada nas cidades, mas é necessário sincronia na alimentação dos dados”, pontuou o presidente da AMA, Hugo Wanderley. Um dos pontos levantados pelos secretários é, também, a resistência de muitas pessoas do grupo de risco em autorizar a vacinação.
O secretário Alexandre Ayres reforçou a importância desse registro para que Alagoas não perca nenhuma dose. Sesau, AMA e Cosems vão fazer um acompanhamento individualizado junto aos secretários para avaliar e fazer as intervenções para que o processo seja o mais resolutivo. A AMA também está fazendo uma pesquisa, em parceria com o movimento Unidos pela Vacina, para identificar as necessidades locais. “Quanto mais rápido o gestor responder, mais rápido poderemos agir”, reforçou o presidente.
Na webreunião realizada na segunda-feira, dia 15, a AMA reforçou os ajustes necessários no sistema do Programa Nacional de Vacinação (PNI), para que cada município apresente o andamento da imunização. Dentro do cronograma, a ideia é acelerar a disponibilidade de doses para população. A compra consorciada da vacina foi ponto de discussão da reunião.
O presidente Marcelo Beltrão, afirmou que o Consórcio poderá ser um instrumento na compra de vacinas, caso o governo federal faça essa liberação sem infringir as leis 14.124 e 14125/ 2021 que são claras na orientação do PNI. “O que os municípios vão fazer agora é preencher a manifestação de interesse que está no nosso site. Ressaltamos que para a compra ser efetivada, será necessário atender a demanda mínima de 500 mil doses da vacina,” concluiu Beltrão. O superintendente, Marcius Beltrão, ressaltou que a iniciativa da compra poderá representar uma evolução para a retomada da vida normal da população e da economia.
“É muito importante lembrar a alimentação das informações. Temos diagnosticado que a vacinação está avançada nas cidades, mas é necessário sincronia na alimentação dos dados”, pontuou o presidente da AMA, Hugo Wanderley. Um dos pontos levantados pelos secretários é, também, a resistência de muitas pessoas do grupo de risco em autorizar a vacinação.
O secretário Alexandre Ayres reforçou a importância desse registro para que Alagoas não perca nenhuma dose. Sesau, AMA e Cosems vão fazer um acompanhamento individualizado junto aos secretários para avaliar e fazer as intervenções para que o processo seja o mais resolutivo. A AMA também está fazendo uma pesquisa, em parceria com o movimento Unidos pela Vacina, para identificar as necessidades locais. “Quanto mais rápido o gestor responder, mais rápido poderemos agir”, reforçou o presidente.